Na última sexta-feira, 24.04, o ministro Paulo Bernardo autorizou concurso público para a Receita Federal do Brasil. Serão oferecidas 1.150 vagas, dessas 450 são para auditor-fiscal e 700 para analista tributário. Ambos os cargos exigem nível superior. As remunerações são de auditor-fiscal, subsídio de R$ 12.535,36, valor que em julho de 2009 subirá para R$ 13.067,00. Analista-tributário, subsídio de R$ 7.095,53 que passará para R$ 7.624,56 em julho de 2009. Há também aumento de salário de ano em meio a ano e meio e a remuneração pode alcançar R$ 18 mil. De acordo com a portaria caberá ao Ministério da Fazenda lançar edital de abertura do concurso, o prazo máximo é de seis meses.
O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, Unafisco, acredita que as vagas devem ser direcionadas para suprir a carência de servidores no Sul e Norte do Brasil. "Normalmente, o concurso é regionalizado. Abrem para determinadas regiões que têm mais carência (de auditores e analistas). Atualmente, as regiões com esse perfil são a 10ª, que abrange o Rio Grande do Sul, a 2ª, que abrange toda a região Norte (exceto Tocantins), e a 9ª, que agrega Paraná e Santa Catarina", afirmou o secretário-geral da Unafisco, Rogério Calil. No entanto, o secretário também diz que o órgão pode abrir vagas para o Rio de Janeiro e São Paulo.
O último concurso da receita aconteceu em 2005 e oferecia mil vagas para auditor em todo o território nacional. O local com maior número de vagas foi São Paulo, com 310, seguido pela 2ª região fiscal, que abrange a região Norte menos Tocantins (127). Para analista tributário foram 1.820 vagas em todo o país. O maior número de vagas foi para São Paulo (740), seguida por Paraná e Santa Catarina (210). Anteriormente, o cargo exigia nível médio.
Para os candidatos que há tanto tempo esperavam a publicação do edital a dica é intensificar os estudos, já que os conteúdos programáticos costumam ser bastante extensos. No concurso anterior, realizado em 2005, a primeira etapa ao cargo de auditor fiscal constou de provas objetivas de Conhecimentos Gerais, Específicos e Especializados, enquanto que ao cargo de analista-tributário as provas abordaram Conhecimentos Gerais e Específicos apenas
O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, Unafisco, acredita que as vagas devem ser direcionadas para suprir a carência de servidores no Sul e Norte do Brasil. "Normalmente, o concurso é regionalizado. Abrem para determinadas regiões que têm mais carência (de auditores e analistas). Atualmente, as regiões com esse perfil são a 10ª, que abrange o Rio Grande do Sul, a 2ª, que abrange toda a região Norte (exceto Tocantins), e a 9ª, que agrega Paraná e Santa Catarina", afirmou o secretário-geral da Unafisco, Rogério Calil. No entanto, o secretário também diz que o órgão pode abrir vagas para o Rio de Janeiro e São Paulo.
O último concurso da receita aconteceu em 2005 e oferecia mil vagas para auditor em todo o território nacional. O local com maior número de vagas foi São Paulo, com 310, seguido pela 2ª região fiscal, que abrange a região Norte menos Tocantins (127). Para analista tributário foram 1.820 vagas em todo o país. O maior número de vagas foi para São Paulo (740), seguida por Paraná e Santa Catarina (210). Anteriormente, o cargo exigia nível médio.
Para os candidatos que há tanto tempo esperavam a publicação do edital a dica é intensificar os estudos, já que os conteúdos programáticos costumam ser bastante extensos. No concurso anterior, realizado em 2005, a primeira etapa ao cargo de auditor fiscal constou de provas objetivas de Conhecimentos Gerais, Específicos e Especializados, enquanto que ao cargo de analista-tributário as provas abordaram Conhecimentos Gerais e Específicos apenas
As matérias cobradas foram:
Auditor fiscal – área Tributária e Aduaneira: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Francês ou Espanhol, Matemática Financeira e Estatística Básica e Informática; Conhecimentos Específicos – Direito Constitucional, Direito Administrativo e Contabilidade Geral; Conhecimentos Especializados – Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Internacional Público e Comércio Internacional e Economia e Finanças Públicas. Auditor fiscal – área Tecnologia da Informação: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Francês ou Espanhol, Matemática Financeira e Estatística Básica e Economia e Finanças Públicas; Conhecimentos Específicos – Direito Tributário, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Direito Previdenciário; Conhecimentos Especializados – Gestão de Sistemas e Gestão de Tecnologia.
Analista-tributário – área Tributária e Aduaneira: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Espanhol e Informática; Conhecimentos Específicos – Contabilidade Geral, Direito Tributário e Comércio Internacional, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Direito Previdenciário.
Analista-tributário – área Tecnologia da Informação: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Espanhol e Matemática Financeira e Estatística Básica; Conhecimentos Específicos – Direito Tributário, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Previdenciário, Gestão de Sistemas e Gestão de Tecnologia.
A segunda fase foi composta por uma sindicância de vida pregressa e programa de formação.
Auditor fiscal – área Tributária e Aduaneira: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Francês ou Espanhol, Matemática Financeira e Estatística Básica e Informática; Conhecimentos Específicos – Direito Constitucional, Direito Administrativo e Contabilidade Geral; Conhecimentos Especializados – Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Internacional Público e Comércio Internacional e Economia e Finanças Públicas. Auditor fiscal – área Tecnologia da Informação: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Francês ou Espanhol, Matemática Financeira e Estatística Básica e Economia e Finanças Públicas; Conhecimentos Específicos – Direito Tributário, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Direito Previdenciário; Conhecimentos Especializados – Gestão de Sistemas e Gestão de Tecnologia.
Analista-tributário – área Tributária e Aduaneira: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Espanhol e Informática; Conhecimentos Específicos – Contabilidade Geral, Direito Tributário e Comércio Internacional, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Direito Previdenciário.
Analista-tributário – área Tecnologia da Informação: Conhecimentos Gerais – Língua Portuguesa, Inglês ou Espanhol e Matemática Financeira e Estatística Básica; Conhecimentos Específicos – Direito Tributário, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Previdenciário, Gestão de Sistemas e Gestão de Tecnologia.
A segunda fase foi composta por uma sindicância de vida pregressa e programa de formação.










